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Sucupira Branca

Sucupira (sementes)Anti-inflamatório natural

Nome Científico: Pterodon pubescens
Família: Fabaceae
Parte utilizada: semente
Sinônimos: Sucupira branca,Pterodon pubescens, Acosmium inornatum, Sweetia inornata (LORENZI e MATOS, 2008).

Histórico
Árvore de copa piramidal e rala, de 8-12m de altura, com tronco cilíndrico, de 40-60 cm de diâmetro, revestido por casca lisa de cor branco amarelada, nativa das áreas de cerrado do Brasil Central (Tocantins, Mato Grosso,Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul). Suas raízes ocasionalmente formam expansões ou túberas denominadas de “batata-de sucupira”, constituindo-se órgão de reserva da planta.
Folhas compostas pinadas, com 30-36 folíolos alternos de 2-3 cm de comprimento. Flores de cor rosada, dispostas em inflorescências paniculadas terminais. Os frutos são vagens tipo sâmara arredondadas, indeiscentes e aladas, contendo uma única semente fortemente protegida dentro de uma cápsula fibro-lenhosa e envolvida externamente por uma substância oleosa numa estrutura esponjosa como favo de mel. Multiplica-se apenas por semente (LORENZI e MATOS, 2008).

Uso Terapêutico
A planta inteira é empregada na medicina popular em toda região de sua ocorrência natural. A casca produz um óleo volátil e aromático, muito eficiente no tratamento do reumatismo, possivelmente o mesmo encontrado nos alvéolos das sementes. As túberas radiculares ou “batatas-de-sucupira” são empregadas no tratamento de diabetes.
Estudos farmacológicos destinados a validar as propriedades atribuídas pela medicina tradicional constataram que o óleo dos frutos inibe a penetração na pele humana da cercaria da esquistossomose, o estágio larval que causa a esquitossomíase (bilharzia).
Concluíram ainda que esta propriedade pode ser usada para propósitos profiláticos e foi detectada pela presença, no óleo, da substancia 14,15-epoxigeralnilgeraniol (LORENZI e MATOS, 2008).

Constituintes Químicos
Estudos fitoquímicos do gênero Pterodon tem demonstrado a presença de alcalóides nas cascas das árvores, isoflavonas e alguns triterpenos na madeira, diterpenos e isoflavonas no óleo das sementes. O diterpeno 14, 15- expoxigeranilgeraniol e alguns derivados isolados de P. pubenscens têm sido associado com uma atividade protetora contra a penetração de cercarias de Schistosoma mansoni, principal vetor da esquistossomose. Ainda segundo Matos (1997):leucoantocianidinas, taninos, cumarinas, heterosídeos, saponinas, e antraquinonas (DUTRA, et, al. 2012).

Indicações
Antiinflamatório, antireumatismo, antidiabetes, diurético,a ntimutagênica. A infusão das sementes é popularmente utilizada para dores na coluna, dor de garganta, e até mesmo como tônico (fortificante) e depurativo (KIATKOSKI, 2011).

Efeitos Adversos/Contraindicações
Não encontrado nas literaturas pesquisadas.

Posologia
500mg, 2 vezes ao dia.

pedido

Referências Bibliográficas
LORENZI, Harri; MATOS, Francisco José de Abreu. Plantas Medicinais no Brasil: Nativas e exóticas. 2ª edição, São Paulo. 2008. Pg. 287.
DUTRA, Rafael Cypriano, et, al. Caracterização Fitoquímica e Citogenética das Sementes de Pterodon emarginatus Vogel. Sul Catarinense, 2012, disponível em: https://periodicos.ifsc.edu.br/index.php/rtc/article/download/527/387, acessado em: 02/08/2012.
KIATKOSKI, Elaine Caroline. Estudo Fitoquimico dos Frutos e Sementes de Pterodon emarginatus Vogel E Pterodon polygalaeflorus Benth. Curutiba, 2011. Disponível em: http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/handle/1884/25469/DISSERTACAO%20PDF.pdf?sequence=1, acessado em: 02/08/2013.

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